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Reportagem exibida pelo Jornal Nacional.
Obstáculos para o Desenvolvimento.

Repórter:
Nós temos o petróleo, o álcool, vento, gás...E, no entanto, “só aproveitamos a água” como fonte de energia...
Algumas hidrelétricas estão em construção, 17 no total, porém a maioria foi obrigada a parar as obras, porque membros de Ong’s ambientais, reclamam as destruições ecológicas...
Membro de uma Ong:
As matas que serão encobertas pela água, jamais serão substituídas, e os animais morrerão!
Depoimento de um intelectual do governo:
O problema, além de financeiro, é ambiental. Muitas Ong’s assumem uma postura social e Devemos acabar com esses empecilhos, o futuro é incerto. Sabemos que as nossas usinas gerarão energia suficiente, até 2008. Depois...
Repórter:
Realmente temos que criar projetos que satisfazem ambos os lados, senão, os obstáculos do desenvolvimento serão cada vez maiores.
“A que você atribui o obstáculo do desenvolvimento? A energia elétrica, ou as Ong’s?”.
Vamos testar o poder de persuasão do JN – e da Rede Globo! |
Escrito por Diego às 13h06
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* Discurso do Ministro Brasileiro de Educação nos EUA...*
Durante um debate numa universidade nos Estados Unidos, o atual Ministro da Educação CRISTOVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da Internacionalização da Amazônia.
Um jovem americano fez a pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um Brasileiro. Esta foi a resposta do Sr.Cristovam Buarque:
“De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade”.
Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro...
O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.
Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, nacionalizemos também todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!
Galera, esse discurso foi censurado.
Escrito por Diego às 12h51
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Eu tenho refletido a respeito da existência de Jesus Cristo. E não consigo chegar a conclusão nenhuma.

Jesus Cristo.
Inúmeros foram os historiadores que dedicaram suas vidas buscando provas matérias e históricas sobre a existência de Cristo. Tal evidencia jamais foi encontrada. As únicas – digo únicas porque não considero a Bíblia, um livro autentico – provas que se tem do principal personagem do cristianismo, estão na Bíblia, um livro nada cientifico.
Alguns documentos foram apresentados pela Igreja Católica, como prova histórica da existência de Cristo, mas depois de serem analisados, constataram que os documentos foram falsificados, ou seja, não possuíam valor histórico.
Jesus Cristo, não deixou nada palpável de sua passagem pela terra – veja Sócrates, que deixou registrada sua existência, através da produção cultural e filosófica – e muito menos foi citado pelos pensadores da época, que não eram poucos.
O Papa Pio XII estava certo quando proferiu algumas palavras em 1955, “O problema da existência de Cristo, para os cristãos, concerne à fé e não a historia”.
Jesus está para mim, assim como o Papai Noel esteve um dia.
Escrito por Diego às 10h48
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Muitos pensam que Lutero, apenas reescreveu a Bíblia, e inventou uma nova religião.O que não é verdade!
Martinho Lutero
Nascido em 1483, na cidade de Eisleben, Alemanha, Lutero foi o responsável pela reforma protestante e o surgimento de uma igreja reformada.
Lutero foi descobrindo ao longo de sua vida que para ter o perdão de Deus, ele não precisava castigar-se ou fazer boas obras, mas sim ter fé em Deus, e reconhecer a Jesus como seu único salvador. Com isso, Lutero, não inventava uma nova doutrina, mas resgatava os pensamentos bíblicos importantes que estavam a margem da vida da igreja naquele momento. Lutero decidiu tornar publica suas idéias e elaborou 95 teses.
Em pouco tempo a Alemanha tomou conhecimento de suas redescobertas teológicas e elas se espalharam por toda a Europa.
É importante dizer que Lutero não inventou uma religião, ele apenas resgatou os verdadeiros princípios e valores que tinham se perdido no tempo.
NÃO SOU PROTESTANTE!
Escrito por Diego às 10h37
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Conhecimento cientifico e religioso.
Parte do nosso desenvolvimento – seja ele pessoal, profissional e principalmente espiritual – acontece paralelo às atividades que trabalham nossa consciência e estimulam a criatividade. Para que haja um desenvolvimento saudável e consciente, devemos transpor as barreiras, e para transpô-las, não há outro meio, se não o do conhecimento.
Ontem, fiquei confuso depois de pensar a respeito dos meios para se adquirir conhecimento. O conhecimento material se tornou tão necessário nos dias de hoje – principalmente para conseguir emprego -, que às vezes recorremos aos mais variados meios para adquiri-lo – jornal, televisão, livros e internet-, e desprezamos as outras formas de conhecimento – o religioso e o espiritual.
É possível perceber um processo quase que natural para se adquirir o conhecimento tão necessário. A oferta de conhecimento se tornou tão grande e ao mesmo tempo vulgar, que fica difícil atribuir a verdade a qualquer noticia ou informação. Diante das ofertas, que mentem e desmentem umas as outras, o que é verdadeiro? Ou pelos menos trabalha com a verdade?
O mesmo processo acontece com a religião. São tantas igrejas, todas “trabalhando com a verdade”, que fica difícil saber qual realmente está certa.
Devemos seguir nossos instintos. Como? Se indiscutivelmente nós, seres humanos, possuímos o pior dos instintos! Não precisamos ir longe para provar: guerras em nome da liberdade, em nome da religião e até mesmo em nome de Deus. Que tipo de conhecimento adquiriu Adolf Hitler?
Seria necessário extinguir algumas formas de conhecimento? Talvés o cientifico? O religioso? Bem, extinguir ambos será impossível! O homem precisa de alguma ferramenta; seja ela religiosa ou cientifica, para explicar os fatos que o acometem. Deus nos alertou a respeito do conhecimento: do bem e do mal. Sem dúvida ele tinha um propósito para nós! E o que fizemos? Nos julgamos superior; tão “SUPERIOR” que nos tornamos incapazes de encontrar a verdade. “Fugir do conhecimento se tornou tão difícil, quanto encontrar a verdade”.
Escrito por Diego às 10h15
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